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| O alvo a abater Quase que dispensa apresentações. A Nova Zelândia é a selecção mundial mais famosa e com mais estatuto que, onde quer que vá, arrasta atrás de si multidões. No Mundial de França são, naturalmente, os principais favoritos e um alvo a abater (e evitar também) por todos. Após a desilusão no último Campeonato do Mundo, em que foram derrotas na meia-final pela Austrália, a Nova Zelândia chega ao Mundial de França num excelente momento de forma: venceu o Torneio das Três Nações (onde também participam a Austrália e África do Sul) e, em Junho, derrotou por duas vezes a França – no último jogo por uns expressivos 61-10. Os All Blacks são uma selecção repleta de estrelas. Uma das mais cintilantes é Richie McCaw, o capitão da equipa. McCaw foi eleito pela IRB o jogador do ano e é considerado o melhor flanqueador do mundo e um dos mais temíveis placadores. Nas linhas atrasadas destaque para Dan Carter, provavelmente o melhor médio-abertura da actualidade e um dos estrategas da equipa. Chama-se haka e demonstra a paixão, o vigor e a identificação com a raça e servia para intimidar as tribos inimigas. Hoje em dia é quase impensável imaginar um jogo da selecção da Nova Zelândia sem a tradicional dança maori, exibida por cada jogador com orgulho. As origens da haka perdem-se no tempo e na herança maori do povo neozelandês. A tradição da performance da dança antes de cada jogo por parte dos All Blacks remonta ao início do século XX mas, ao longo dos anos, têm sido usadas pela selecção da Nova Zelândia várias versões da haka. No ano passado, no País de Gales, a federação galesa de râguebi exigiu que a haka fosse executada antes do hino do País de Gales. Os jogadores dos All Blacks recusam e realizaram a dança no balneário. Previsão do PÚBLICO: Primeiro lugar no Grupo C População: Cerca de 4 milhões de habitantes Presidente da New Zealand Rugby Football Union : Andy Leslie Seleccionador: Graham Henry Jogos na fase de grupos Jogadores convocados |