Catalina Pestana garante ao ‘sol’ que continuam a existir abusos sexuais no colégio de Hogwarts

Após J. K. Rowling ter confessado que Dumbledore é homossexual, Catalina Pestana concedeu mais uma entrevista ao “Sol”, na qual explica que sempre soube que “o Dumbledore mordia a fronha” e que “muitos outros Dumbledores continuam a abusar dos alunos de Hogwarts”. Ler mais
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António Jorge Gonçalves

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Vara tem telemóvel infantil e só pode ligar para quatro pessoas

Enquanto não surge uma decisão sobre a nova administração do BCP, o gestor bancário do PS Armando Vara limitou os seus contactos telefónicos ao modelo infantil M01 da Imaginarium, concebido para crianças a partir dos cinco anos.
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Auricular de Pedro Henriques sofreu interferências do brinco de nuno gomes

O árbitro Pedro Henriques, que dirigiu no sábado o Benfica-Sporting, foi alvo de várias críticas, devido a cinco lances polémicos: duas grandes penalidades a favor dos leões e uma dos encarnados que não foram assinaladas, o desaparecimento de uma garrafa de Gatorade que pertencia a Paulo Bento e dois cilindros de água gastos no balneário dos árbitros. Ler mais

Kadhafi poderá trazer areia
para a Caparica

O clube de campismo da Costa da Caparica deu uma conferência de imprensa, na quarta-feira, para dizer que já informou a embaixada da Líbia que autoriza Kadhafi a montar lá a tenda se ele trouxer sete cargueiros de médio porte com areia do Magreb para despejar na praia e impedir o avanço do mar. Ler mais

Extinção do ‘tens lume?’ lança para a masturbação milhares de homens

Com a aplicação da nova lei, está mais escancarada a excessiva dependência que os engatatões tinham em utilizar o tabaco como tema para iniciar uma conversa. Segundo os técnicos, os assuntos relacionados com o tabaco eram os mais bem sucedidos e com maior índice de cumplicidade imediata. Ler mais

Pj procura ministério cria listas de espera de sete anos para eutanásia

Segundo as estatísticas, 50% dos idosos portugueses pensa frequentemente na morte, enquanto a outra metade pensa frequentemente no Jorge Gabriel. Ler mais

Editorial

Isto da net já funciona?

Passados cinco anos sobre o início do INIMIGO PÚBLICO, esta coisa da Internet já nos parece suficientemente segura para arriscarmos submeter à votação dos "leitores" algumas das notícias e imagens que publicámos ao longo deste ano.
E é por essa razão que estamos determinados a aceitar o desafio de retirar todo o património deste jornal da Lehman Brothers e aplicá-lo numa "joint-venture" e num mega-site. Se esta experiência resultar.
É por isso que desta vez pomos a nossa reputação nas vossas mãos, "leitores". O que, esperamos, não voltará a acontecer.
Mas, que Diabo, só se faz cinco anos uma vez na vida!

A Direcção do IP

Ofenda-nos

Fartos de serem os maus da fita e afectados por nostalgia aguda Crise mergulha créditos malparados em depressão xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Ideia geral: Reportagem nas urgências de um hospital, onde se regista uma inusitada afluência de créditos malparados, um surto que está a ser muito difícil de conter. Os cirurgiões José Sócrates e Teixeira dos Santos tratam deles, mas os resultados serão os mais inesperados… Da recessão à depressão, os créditos entram em centros de desintoxicação, vítimas de profunda nostalgia dos gloriosos dias de consumo desenfreado, quando “iam” com todos e passavam cartão a qualquer um. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Cenário 1: Os créditos malparados – de vários tipos: habitação, compras domésticas, automóvel, fundos de investimento, etc, e com essa identificação bem visível, ao peito por exemplo – deambulam nas urgências (a abarrotar como é “normal”) em fatos que se nota já terem sido de boa fazenda, mas que estão agora rotos, num quadro geral de “fim de império”. Repórter: - Isto está mesmo muito cheio, vamos tentar falar com algum destes pobres doentes. O senhor, como é que veio parar aqui? Crédito (apenas assim designado, ou com a identidade de qualquer um dos tipos de créditos): - É muito triste, não me precavi e fui contagiado pela recessão. Passava cartão a todos, bastava piscarem-me o olho e eu não resistia: ele era ao balcão, por telefone, por carta, em plena rua… Nem cuidava de saber se eu era o primeiro ou se já tinham outros créditos na sua vida, se eram casados com alguma despesa incomportável… E o resultado está à vista… Entretanto, ouve-se chamar na instalação sonora das Urgências: - Sr. Crédito para compras domésticas é favor dirigir-se ao bloco operatório para intervenção cirúrgica. Ele despede-se do repórter. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Cenário 2: O Crédito encontra-se já deitado numa maca, no bloco operatório, pronto para ser operado. A equipa de cirurgiões está a postos: José Sócrates e o ministro Teixeira dos Santos (com a respectiva indumentária hospitalar), coadjuvados por alguns banqueiros (por exemplo, Ricardo Salgado) que lhes vão entregando o material operatório e limpando as gotas de suor. Ouvem-se os sinais vitais sonoros provenientes de um pequeno monitor como é normal nestas circunstâncias… Sócrates: - Isto está muito mau. É caso que aparece uma vez na vida, assim como o sarampo, ou a própria morte! Mas eu tenho a solução: 1º uma injecção de capitais em doses cavalares [pede a seringa a um dos ajudantes] à mistura com uma medida de botox, só para dar uma imagem exterior mais confiante. Depois, o bisturi [pede-o a um ajudante] para cortar a glândula responsável por tanta vontade de emprestar dinheiro a qualquer um… E já está: como novo, vá lá embora, mas agora porte-se com juizinho, ok?”. [Cumprimenta o seu colega de operação com um efusivo “porreiro pá!”] xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Cenário 3: Na redacção, José Rodrigues dos Santos lê as notícias: - Depois da intervenção cirúrgica do Governo para recuperar a liquidez dos bancos com vista ao relançamento da concessão de créditos, os pequenos e médios empresários queixam-se de que a banca não está a emprestar dinheiro e entram, cada vez mais, em depressão. O mais estranho, porém, é que, segundo constatou o Telejornal, o mesmo está a acontecer com os próprios créditos, que estão a definhar de saudades – essa típica doença portuguesa – devido ao afastamento forçado dos antigos clientes para quem constituíam a tábua de salvação e um modo de vida nos dias gloriosos dos empréstimos ‘à la gardere’. Muitos tiveram mesmo de ser internados em centros de desintoxicação de créditos malparados. O Telejornal foi visitar um desses refúgios numa reportagem exclusiva… xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Cenário 4: Vê-se um edifício que ostenta na fachada a designação Centro de Recuperação de Créditos Dr. Teixeira dos Santos. Lá dentro, em alguma obscuridade, é entrevistado um dos utentes: um crédito malparado, agora bem vestido, a fumar charuto, mas com um ar distante e profundamente triste. Está num sofá a ver televisão onde passa publicidade (a preto e branco) anunciando créditos fáceis e apelando ao consumo em massa como nos velhos tempos (RTP Memória…). Ao repórter ele explica: - Estou melhorzinho fisicamente, mas muito mal psicologicamente. Agora só me dou com gente fina, pessoas ricas. Mas, no fundo, sei que não precisam de mim realmente. Oh, que saudades tenho daquela relação íntima e apaixonada com os clientes que dependiam de mim, para quem eu era o máximo porque eles sabiam que comigo podiam fazer tudo aquilo que a bolsa avarenta e anoréctica lá de casa não os deixava fazer, ou seja, gastar à grande e à francesa. Repórter: - Então e de quem tem mais saudades? Crédito: - Ah, eram tantos! Olhe, os funcionários públicos, por exemplo. Como dava gosto vê-los cheios de preliminares - vou não vou, gasto não gasto – a esticarem o ordenado sem aumentos reais há tantos anos só para me agradarem. Sentia-me tão realizado… E os jovens da geração dos 500 euros a recibos verdes? Que paixão, que dependência absoluta do seu cartãozinho de crédito… Usavam e abusavam e desesperavam quando eu ameaçava não os ver mais… Já para não falar dos clientes do salário mínimo, esses então era a loucura total: sempre a pensarem em mim, a prolongarem o prazer até ao último suspiro… (suspirando) Ai que saudades… [Sugestão: ouve-se música antiga - Tempo Volta Para Trás, de António Mourão (…) Ó tempo volta para trás, traz-me tudo o que eu perdi tem pena e dá-me a vida, a vida que eu já vivi, ó tempo volta para trás, mata as minhas esperanças vãs, vê que até o próprio sol volta todas as manhãs] FIM XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Agora é que vão ser elas? Na redacção, José Rodrigues dos Prantos apresenta o telejornal. “Em ano fértil em eleições, os partidos estão a ver-se em palpos de aranha para conseguirem o número de mulheres exigido pelas quotas estabelecidas pela Lei da Paridade que obriga a que cada lista de candidatos aos actos eleitorais tenha, pelo menos, 33% de elementos do sexo fraco, perdão, do sexo feminino”, emenda o “pivot”). “A procura é muito maior do que a oferta e o Telejornal sabe que as poucas mulheres mais conhecidas e disponíveis estão a declinar o convite para ingressarem no Parlamento. Alegam que não aguentariam ouvir Jaime Gama a mandá-las concluir, sentar, levantar, com aquele ar paternalista – e citamos – ‘de sultão das arábias engravatado’. Além disso, exigiriam ter um infantário paredes-meias com o hemiciclo, o que o próprio presidente da Assembleia da República já fez saber ser de todo impossível porque – e citamos de novo – ‘garotos ruidosos já cá temos em demasia’…. Pressionados pela falta de tempo, as direcções partidárias decidiram abrir um gabinete de crise dedicado em exclusivo à resolução deste problema. O Telejornal fez uma ronda pelos vários partidos para ver como estão as respectivas operações de charme junto do sexo fraco, perdão, sexo oposto para seduzirem mais mulheres a entrarem neste mundo há tanto tempo dominado pelos homens”. Na sede do CDS/PP: Portas agarrado ao telefone: “Estou é a D. Clementina do Bolhão? Olá, é o Paulinho das feiras, lembra-se de mim? Sim, eu sei que já não vou aí há algum tempo, tenho andado muito ocupado a pôr ordem na casa. Sim, porque andavam aqui uns senhores que mais pareciam uma brigada da ASAE a dizerem que o partido é produto contrafeito, que está descaracterizado e não tem certificado de origem… Enfim, a quererem roubar-me a freguesia que tanto me custou a conquistar. A D. Clementina sabe bem o que custa aguentar uma coisa destas. Bem, mas a boa notícia é que vou voltar a pisar o solo sagrado das feiras e romarias porque vem aí um arraial de eleições. É verdade! Só que primeiro preciso da sua ajuda: D. Clementina: queria que me desse os seus dados pessoais para ser nossa candidata à Assembleia da República! O que é que acha? Hã? O peixe? Não se preocupe com isso, pode vir para cá vender o seu peixe, que é coisa que, aliás, toda a gente aqui faz, é com cada caldeirada às vezes!... E é só por umas semanas, depois a gente arranja uma desculpa e pomos outra pessoa no seu lugar, volta para aí no nosso táxi, não há problema, sem espinhas. Então conto consigo, está bem? Obrigado, minha garoupa linda, beijocas, eh, eh, eh…”. Na sede do BE: Louça agarrado ao telefone: “Está? É a Suzette e as quatro amigas do peito do anúncio? Olhe, muito prazer (quer dizer, ainda não, vamos por partes, eh, eh…), aqui fala o Louça, do berloque de esquerda… Esse mesmo, sim, aquele que defende os direitos das minorias todas, incluindo a nossa, que somos também uma grande minoria, está claro. Adiante, olhe preciso de si e das suas amigas para uma luta sem quartel contra os efeitos perversos da globalização… Não, não são essas perversões Suzette… o que preciso é que vocês nos ajudem com as quotas… Não, Suzette, eu sei que vocês também trabalham com cotas, mas eu digo qu-o-tas, quer dizer… olha não interessa, o que importa é que me dês os teus dados pessoais e os das tuas amigas para virem trabalhar para o Parlamento, hã, o que achas? Só por uns tempos?... Não, Suzette, não têm que fazer nada, é só levantar, sentar, nem precisam falar… Hã? Já estão habituadas a isso? Ai sim? Tanto melhor, então. Não se esqueçam, conto convosco para lutar contra os machistas, capitalistas e imperialistas… Na sede do PCP: Jerónimo agarrado ao telefone: “Camarada Odete? Precisamos que arranjes umas camaradas operárias têxteis do Vale do Ave e ceifeiras do Alentejo, uma dúzia de cada pelo menos, que a dinâmica é de vitória com a crise que anda por aí. Pois… é para preencher essa palermice das quotas que os socialistas inventaram. Achas que é possível? Sim é possível? Ok. (Fazendo ar de espanto) Olha, a propósito, acabo de me lembrar de mais um belo slogan para uma próxima campanha do partido: Sim, é possível uma assembleia mais bonita! O que achas, Odete? Esta muleta é genial, basta acrescentar o que se quiser. Pena é que o Barack Obama nos tenha roubado a ideia e ficado com os louros, quando, na verdade, o ‘Sim, é possível’ já era slogan das massas em luta desde a nossa conferência nacional de 2003. Assim se vê, Odete, até onde chegam as garras traiçoeiras do imperialismo norte-americano. Bom, então vê lá se convences as camaradas a virem para o Parlamento por uns tempos. Sempre descansam um pouco da exploração capitalista. Depois manda-me os dados pessoais das camaradas. Adeusinho Odete. A nossa mártir Catarina Eufémia está, certamente, orgulhosa de ti. Na sede do PSD: Manuela Ferreira Leite agarrada ao telefone: “Estou? É da Ordem de Nossa Senhora de Fátima? Madre Superior, está boazinha? Cá vamos, cada um com a sua cruz. Olhe, precisava que me disponibilizasse algumas noviças temporariamente para figurarem na nossa lista de candidatos à casa da democracia … Hã, casa do demo?! Não, quase que a Madre acertava: essa também fica em São Bento, mas é um pouco mais ao lado. Pois… Embora, do alto da sua clarividência divina, a Madre até não esteja assim tão errada porque, de facto, no Parlamento também há coisas do Diabo, mas é só quando o primeiro-ministro sobe à tribuna: aquilo é o chifrudo em pessoa – sem ofensa – ele diz de nós o que Maomé não diz do porco, parece possuído, sempre a amaldiçoar a oposição, cruzes, credo… A Madre, por acaso, não conhece alguém que faça o servicinho? Não? Pronto Madre, não se enerve, foi só um desabafo. Voltando às noviças, Madre, mande umas assim magrinhas como eu para dar o exemplo, porque o povo tem de perceber que não pode continuar a viver acima das suas possibilidades… Só mais uma coisa Madre: se Deus só descansou ao sétimo dia, não haverá perigo de elas fazerem gazeta à sexta-feira, pois não? Óptimo. Então, estamos de acordo? Obrigado Madre, Deus a abençoe e ao nosso PSD também. Um dia destes encomendo-lhe um exorcismo lá na sede, está bem? Há para aí umas figuras do partido que precisam de ser purificados… Ou será melhor ir a Fátima? Bom, logo veremos qual a melhor opção. Adeus. Na sede do PS: José Sócrates agarrado ao telefone: “Estou, Lula como está você? O quê? Descobriram outro poço de petróleo? ‘Pôxa’ cara, vocês aí dão pontapé numa pedra e sai logo ouro negro, aqui o pontapé na pedra só faz sair nódoa negra no dedão, ou então põe a descoberto mais um escândalo financeiro, ou político, ou judicial, ou… Bom… mudando de assunto, tenho aqui um negócio bem ‘lindão’ pra você. Escuta: eu envio pra aí uma montanha de computadores Magalhães pra fazeres um figurão distribuindo essa belezura informática pelas favelas – afinal, é gente que também tem direito a novas oportunidades, ‘né mêmo’? - e em troca tu manda pra mim umas ‘sinhoras’ brasileiras que se queiram naturalizar portuguesas. Porque aqui, infelizmente, tá difícil pra chuchu arrumar mulher que queira candidatar-se ao nosso Parlamento. É, porque a gente inventou uma lei paritária muito justa, mas que é ‘baita’ difícil de cumprir, entendeu cara? Quê? A naturalização? Não esquenta não Lula: basta que as senhoras joguem um pouco de futebol (pode ser de praia ‘mêmo’, tipo peladinha de Copacabana) e logo, logo, vai ver que são chamadas à ‘sileção’ nacional de futebol feminino, com a naturalização a sair bem rapidinho. Isso… E, assim, aproveitamos para cumprir a paridade, também, nos relvados… Combinado? Ok Lula, aquele abraço. Cena final: Peixeira, “call-girl”, operárias/camponesas, freiras e jogadoras de futebol brasileiras (com a respectiva bola) dão nas vistas pelos (agora bem mais interessantes) corredores do Parlamento e/ou nas bancadas do hemiciclo! Podem até cantar uma canção alusiva à lei paritária da igualdade de género na política (a desenvolver). FIM
03-06-2009 - 17:18 - Jorge Ferreira

Parabéns, até que enfim o país tem um pasquim superior ao "24 horas".
11-04-2009 - 16:54 - Manuel Fonseca

5 meses que passei sem vir aqui... e o site está na mesma. Parabens pelas fantasticas actualizações que não fazem! Parece-me que não vou voltar mais.
23-03-2009 - 14:40 - Nuno Miguel Neto

Grande labrego que é o Luís Pedro Nunes só sabe trabalhar com papel! Ainda não percebeu que pode enfiar um estagiário, a recibos verdes, a fazer "Copy&Paste" da treta daquelas quatro folhas, do pasquim impresso, e fazer a porra da actualização deste sítio, cada vez mais velho e amarelo. Lista dos Preguiçosos: MB, JH, VE, AS,SB. Não conseguem fazer melhor? Uma semana inteirinha e só produzem 4 ramelosas folhas ? Vou escrever ao Engº a recomendar umas "mesinhas" que aumente a vossa química na relação com o trabalho. Ainda vão parar às caixas de um Hipermercado!
06-03-2009 - 11:13 - Cartago

Apetece-me mesmo é ofender o Sócrates. Sócrates: Teria um prazer infinito ao ver-te trancado com um Senhor Africano de Grande porte num pequeno gabinete de cobrança de portagens da Ponte 25 de abril.
13-02-2009 - 08:16 - José Malhoa

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