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22 Novembro 2009 - 04h25
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1 3 2 1... Jazz!
José Duarte
25 Maio
2 Louis Armstrong
Hugo Alves
2 Junho
3 Piano
Bernardo Sasseti
9 Junho
4 Flauta
Paulo Curado
16 Junho
5 Eric Dolphy
Hernâni Faustino
23 Junho
6 Voz Masculina
Kiko
30 Junho
7 Trompete
Laurent Filipe
7 Julho
8 ‘Dizzy’ Gillespie
Hugo Alves
14 Julho
9 Contrabaixo
Nelson Cascais
21 Julho
10 Sax Alto
Jorge Reis
28 Julho
11 ‘Duke’ Ellington
Pedro Guedes
4 Agosto
12 Trombone Claus
Nymark
11 Agosto
13 Guitarra
Mário Delgado
18 Agosto
14 Miles Davis
João Moreira
25 Agosto
15 Blues
Silas Oliveira
1 Setembro
16 Sax Soprano
Paulo Curado
8 Setembro
17 Ornette Coleman
Pedro Moreira
15 Setembro
18 Voz Feminina
Fátima Serro
22 Setembro
19 Big Band
Jorge Costa Pinto
29 Setembro
20 Charlie Parker
José Luís Rego
6 Outubro
21 Composição
António Pinho Vargas
13 Outubro
22 Sax Barítono
Rodrigo Amado
20 Outubro
23 Thelonious Monk
Mário Laginha
27 Outubro
24 Clarinete
Paulo Gaspar
3 Novembro
25 Arranjo
Jorge Costa Pinto
10 Novembro
26 John Coltrane
Mário Santos
17 Novembro
27 Sax Tenor
Carlos Martins
24 Novembro
28 Solo
Bernardo Moreira
1 Dezembro
29 Albert Ayler
Pedro Costa
8 Dezembro
30 Bateria Bruno Pedroso
15 Dezembro
31 Jazz Português Sérgio Gonçalves
22 Dezembro

 

 

PRÓXIMO VOLUME - 22 de Outubro

O vigésimo-segundo volume, a publicar dia 20 de Outubro, é dedicado ao sax barítono. Do texto de Rodrigo Amado, aqui fica um excerto: “Estamos em 1946. Uma noite fria e chuvosa de Inverno acaba de descer sobre a cidade de Nova Iorque. No palco de um dos inúmeros clubes de jazz da cidade uma orquestra soa num turbilhão de energia, criatividade e alegria, fazendo-nos esquecer o frio e transportando-nos para um mundo de magia e emoção que não poderemos facilmente esquecer. No centro do palco, uma silhueta imponente toca um instrumento enorme, de metal, de igual impacto, e juntos libertam um som forte e directo, um swing poderoso, repleto de melodias bem definidas que fazem dançar a banda. A orquestra era a de Duke Ellington e o solista, no saxofone barítono, o grande Harry Carney (1910-1974), um dos maiores saxofonistas barítono que já existiu.

 

” O CD que acompanha o livro inclui temas de HARRY CARNEY (I don’t stand) a ghost of a chance (with you), CECIL PAYNE (Rose room), SERGE CHALOFF (Susie’s blues / A handfull of stars), STAN GETZ (Let’s fall in love), GERRY MULLIGAN (That old feeling /Disc jockey jump), PEPPER ADAMS (Paul’s pal /La fiesta) e SAHIB SHIHAB (My favorite things).

   


José Duarte dispensa apresentações. Ainda assim, arriscamos a difícil tarefa de compilar aqui o essencial de uma vida inteira, ainda e sempre incompleta, ainda e sempre dedicada ao jazz e à música.

 


História do Jazz
Nascido do blues, das work songs dos trabalhadores negros norte-americanos, do negro spiritual protestante e do ragtime, o jazz passou por uma extraordinária sucessão de transformações no século XX. É notável como essa música se modificou tão profundamente durante um período de apenas um século.

 

Elementos do Jazz
Muito já se escreveu sobre a dificuldade de se definir o jazz. Uma corrente de pensamento afirma que o jazz não é o que se toca, mas sim como se toca. De qualquer modo, pode-se afirmar com certa confiança que dois elementos são absolutamente necessários numa performance de jazz: o swing e a improvisação.

 

História do Jazz Dance
O Jazz é uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso. Na sua origem a Dança Jazz tem raízes essencialmente populares. Com uma evolução inicial paralela à da música Jazz, surgiu nos E.U.A no final do século passado. Pode-se afirmar, inclusive,  que nasceu diretamente da cultura negra .